Será a nova Bolha?
Preços de imóveis novos disparam, com alta de até 43% em um ano em SP. Alta dos preços do metro quadrado superou de longe a valorização de outros ativos, CDI e poupança, perdendo apenas para a bolsa.
Fonte: www.estadao.com.br
Economista * Palestrante * Life, Executive, Business and Financial Coach. francis@fhesse.com.br * skype: fbhesse Tel.: (11) 3057.3077 * F. Hesse Associados
sexta-feira, 18 de junho de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Easy come, easy go. De lixeiro a Milionário a lixeiro novamente!
Um inglês que ganhou 9,7 milhões de libras (cerca de R$ 26 milhões) na loteria oito anos atrás quer de volta seu emprego de lixeiro depois de ter gastado toda a sua fortuna.
Michael Carroll, de Norfolk, na Inglaterra, tinha 19 anos quando ganhou o prêmio, em novembro de 2002.
Na ocasião, ele foi apelidado de "grosseirão da Lotto" pelos tabloides por causa de seu histórico de problemas com a Justiça. Ele ainda era monitorado pelas autoridades penitenciárias com uma etiqueta eletrônica - depois de ser condenado por bebedeira e desordem pública - quando foi receber o prêmio.
Ele agora colocou sua casa de seis quartos à venda e está tentando voltar ao antigo emprego para poder sustentar as duas filhas. A empresa Veolia, que controla a limpeza das ruas na região, no entanto, afirmou que não está contratando novos lixeiros no momento.
Carroll disse à BBC que fez com o dinheiro o que, segundo ele, qualquer garoto de 19 anos faria se ganhasse 9,7 milhões de libras: gastou-o.
Ele afirma que não se arrepende de nada e lembra, como pontos altos da vida de milionário, as viagens, prostitutas e o dinheiro. Entre os pontos baixos está o vício em crack, que ele conta já ter superado.
"Fiz o que fiz, me diverti, tenho duas filhas lindas, não preciso de mais nada." O ex-milionário diz que quer voltar a ser lixeiro porque foi o "melhor emprego" que ele já teve.
"Trabalhava do lado de fora, me divertia com as pessoas na rua". Em 2006, quando Carroll foi condenado por tumulto em Norwich, o tribunal ouviu que ele havia cometido mais de 42 ofensas criminais desde 1997.
No passado, ele admitiu à BBC ter gasto 1,2 milhão de libras de sua fortuna (cerca de R$ 3,2 milhões) em cocaína, antes de se livrar do vício.
Ao aconselhar outros jovens que recebam tanto dinheiro quanto ele, Carrol falou: "boa sorte. Não confiem em ninguém, nem na sua familia.
Michael Carroll, de Norfolk, na Inglaterra, tinha 19 anos quando ganhou o prêmio, em novembro de 2002.
Na ocasião, ele foi apelidado de "grosseirão da Lotto" pelos tabloides por causa de seu histórico de problemas com a Justiça. Ele ainda era monitorado pelas autoridades penitenciárias com uma etiqueta eletrônica - depois de ser condenado por bebedeira e desordem pública - quando foi receber o prêmio.
Ele agora colocou sua casa de seis quartos à venda e está tentando voltar ao antigo emprego para poder sustentar as duas filhas. A empresa Veolia, que controla a limpeza das ruas na região, no entanto, afirmou que não está contratando novos lixeiros no momento.
Carroll disse à BBC que fez com o dinheiro o que, segundo ele, qualquer garoto de 19 anos faria se ganhasse 9,7 milhões de libras: gastou-o.
Ele afirma que não se arrepende de nada e lembra, como pontos altos da vida de milionário, as viagens, prostitutas e o dinheiro. Entre os pontos baixos está o vício em crack, que ele conta já ter superado.
"Fiz o que fiz, me diverti, tenho duas filhas lindas, não preciso de mais nada." O ex-milionário diz que quer voltar a ser lixeiro porque foi o "melhor emprego" que ele já teve.
"Trabalhava do lado de fora, me divertia com as pessoas na rua". Em 2006, quando Carroll foi condenado por tumulto em Norwich, o tribunal ouviu que ele havia cometido mais de 42 ofensas criminais desde 1997.
No passado, ele admitiu à BBC ter gasto 1,2 milhão de libras de sua fortuna (cerca de R$ 3,2 milhões) em cocaína, antes de se livrar do vício.
Ao aconselhar outros jovens que recebam tanto dinheiro quanto ele, Carrol falou: "boa sorte. Não confiem em ninguém, nem na sua familia.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Imposto sobre fortunas para pagar déficit fiscal. É a solução?
A Espanha vai aumentar impostos sobre famílias de alta renda para ajudar a reduzir o déficit nacional, disse o primeiro-ministro José Luis Rodríguez Zapatero. Segundo ele, a maioria dos espanhóis concorda que os mais ricos devem fazer um esforço especial quando o governo instaura medidas de austeridade como corte de salários do funcionalismo e congelamento de pagamentos da previdência.
Fonte: www.valor.com.br
Fonte: www.valor.com.br
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Especialistas ensinam leitores a realizar sonho de consumo
Tipo de pergunta que as pessoas respondem até sem pensar: Qual é o seu sonho de consumo? As respostas vêm em abundância. O carro zero e a casa própria, tradicionais no imaginário das pessoas, dividem espaço com viagens para o exterior ou novidades do mundo da tecnologia, como telões para assistir à Copa na África do Sul em grande estilo. Alguns são justificados por uma necessidade premente, como a dificuldade de depender apenas do transporte público, ou de fugir das despesas do aluguel. Outros são fruto do desejo e visam pura e simplesmente aumentar a satisfação pessoal de quem os recebe. Na hora de falar nos sonhos, sobra criatividade, o que falta, quase sempre, são recursos financeiros para torná-los realidade.
Carolina sonha em fazer um intercâmbio no exterior. Acha que isso poderá ajudá-la a alavancar a carreira profissional e, de quebra, ainda vai poder conhecer a Europa. Samuel e Flávia querem um carro para lhes facilitar a vida. O exercício de ir e vir usando o sistema de transporte público tem sido um sofrimento para eles. E Silas casou, mas ainda não tem um lar para viver com a esposa Tatiana. Contudo, ainda não sabe como vai fazer para conseguir realizar o sonho da casa própria.
Durante o ano de 2010, A TARDE vai mostrar como essas pessoas irão usar o planejamento financeiro para alcançar os objetivos delas. Elas vão receber conselhos de um profissional de finanças, com indicações do que precisam fazer.
O planejador financeiro pessoal Francis Brode Hesse está há 25 anos assessorando pessoas na busca pelo equilíbrio da vida financeira. Tanto a experiência profissional, quanto cursos no Brasil e no exterior ensinaram ao profissional que não tem segredos, ou mágicas. “Quando se trata de finanças é impossível conseguir um prêmio sem que haja um sacrifício antes” é o primeiro aviso que ele dá. Ou seja, sem cortes no orçamento hoje, o sonho ficará sempre para um futuro distante.
“As pessoas precisam verificar se aquilo que elas querem é compatível com a realidade e se o sacrifício exigido para chegar lá vale a pena”, avisa Hesse. A imagem desenhada pelo especialista é a de alguém que se submete aos maiores sacrifícios e quando finalmente consegue aquilo que sempre desejou, percebe que não valeu a pena. “O consumo por impulso é um dos grandes problemas da sociedade”, avisa. A recomendação é que se consuma com bastante consciência em relação aos custos envolvidos.
Leia a reportagem completa no jornal A TARDE desta segunda-feira ou na edição digital clicando aqui
Carolina sonha em fazer um intercâmbio no exterior. Acha que isso poderá ajudá-la a alavancar a carreira profissional e, de quebra, ainda vai poder conhecer a Europa. Samuel e Flávia querem um carro para lhes facilitar a vida. O exercício de ir e vir usando o sistema de transporte público tem sido um sofrimento para eles. E Silas casou, mas ainda não tem um lar para viver com a esposa Tatiana. Contudo, ainda não sabe como vai fazer para conseguir realizar o sonho da casa própria.
Durante o ano de 2010, A TARDE vai mostrar como essas pessoas irão usar o planejamento financeiro para alcançar os objetivos delas. Elas vão receber conselhos de um profissional de finanças, com indicações do que precisam fazer.
O planejador financeiro pessoal Francis Brode Hesse está há 25 anos assessorando pessoas na busca pelo equilíbrio da vida financeira. Tanto a experiência profissional, quanto cursos no Brasil e no exterior ensinaram ao profissional que não tem segredos, ou mágicas. “Quando se trata de finanças é impossível conseguir um prêmio sem que haja um sacrifício antes” é o primeiro aviso que ele dá. Ou seja, sem cortes no orçamento hoje, o sonho ficará sempre para um futuro distante.
“As pessoas precisam verificar se aquilo que elas querem é compatível com a realidade e se o sacrifício exigido para chegar lá vale a pena”, avisa Hesse. A imagem desenhada pelo especialista é a de alguém que se submete aos maiores sacrifícios e quando finalmente consegue aquilo que sempre desejou, percebe que não valeu a pena. “O consumo por impulso é um dos grandes problemas da sociedade”, avisa. A recomendação é que se consuma com bastante consciência em relação aos custos envolvidos.
Leia a reportagem completa no jornal A TARDE desta segunda-feira ou na edição digital clicando aqui
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
IPI - Aumento
JORNAL DA TARDE
São Paulo Sexta-feira, 30 outubro de 2009
ECONOMIA
Linha branca: corte do IPI traz economia e empregos
Governo decide prorrogar a redução do imposto sobre geladeiras, fogões
e máquinas de lavar até o final de
janeiro, mas só para os produtos com baixo consumo de energia elétrica. Medida vai resultar em contratações
PAULO JUSTUS, paulo.justus@grupoestado.com.br
A prorrogação da política de corte do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos da linha branca, anunciada ontem pelo governo, foi condicionada à eficiência energética e à preservação de empregos. A medida terminaria amanhã, dia 31, e agora vale até 31 de janeiro, para lavadoras de roupas, tanquinhos, fogões e refrigeradores.
Apenas os produtos com o Selo A, que atesta menor consumo de energia, vão ser beneficiados com a continuidade do alívio fiscal nos mesmos moldes daquele concedido em 17 de abril deste ano. Os eletrodomésticos com o Selo B terão um aumento intermediário do tributo e aqueles com o Selo C em diante terão a alíquota cheia do imposto (veja ao lado).
A boa notícia para o consumidor é que a maior parte dos produtos da linha branca vendidos hoje já se encaixa na mais alta classificação de eficiência. De acordo com a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) esse porcentual situa-se acima dos 80% para a média dos produtos. “A indústria trabalhou muito arduamente desde o apagão, em 2001, para reduzir o consumo de energia”, afirma Lourival Kiçula, presidente da Eletros. Ele diz que a medida premia os fabricantes que investiram tempo e dinheiro na adaptação de sua linha de fábrica para os padrões mais eficientes.
As grandes redes de varejo resolveram bancar o imposto menor para os aparelhos menos eficientes, enquanto durarem os estoques, que foram reforçados nos últimos dias, por causa do temor do fim do estímulo fiscal. Wal Mart, Casas Bahia e Ponto Frio só vão repassar a alta do imposto quando revenderem os eletrodomésticos comprados da indústria já com a alíquota mais alta.
Mas quando os estoques antigos acabarem, o consumidor vai notar uma diferença menor de preços entre os produtos que consomem mais energia elétrica e aqueles mais eficientes. “A compra de um eletrodoméstico mais econômico se tornou ainda mais vantajosa com essa nova regra do benefício fiscal”, diz Marcos Crivelaro, professor de finanças da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap).
Segundo ele, por mais que o custo dos equipamentos mais eficientes ainda seja maior do que aqueles que gastam mais energia, a economia que proporcionam nas contas de luz paga o investimento. “Imagine que uma geladeira fica ligada 24 horas por dia, 365 dias por ano. Ao longo dos anos, o investimento mais do que compensa”, diz.
Para o consultor do instituto de educação financeira Disop, Francis Hesse, a economia ocorre principalmente para quem troca uma geladeira velha por uma nova e econômica. “O governo já até tentou, antes da crise, criar um programa de troca de geladeiras. É por isso que eles estão querendo estimular a compra dos refrigeradores mais econômicos”, afirma.
Além de ajudar na economia doméstica, a desoneração fiscal também vai ajudar no crescimento do setor. Para Kiçula, o crescimento observado no acumulado de janeiro a setembro, de 20% sobre o ano passado deve ser inclusive intensificado até o fim do ano. “Vamos começar a crescer na comparação com os meses que sentiram o reflexo da crise no ano passado. Por isso os resultados serão ainda melhores.”
A Eletros contabilizou a venda de 10 milhões de eletrodomésticos da linha branca, de janeiro a setembro deste ano. “Dois milhões de unidades foram comercializadas por causa da redução do imposto”, diz Kiçula. Ele explica que apesar de a redução ter se restringido à quatro produtos, ela levou o consumidor às lojas e estimulou as vendas como um todo.
São Paulo Sexta-feira, 30 outubro de 2009
ECONOMIA
Linha branca: corte do IPI traz economia e empregos
Governo decide prorrogar a redução do imposto sobre geladeiras, fogões
e máquinas de lavar até o final de
janeiro, mas só para os produtos com baixo consumo de energia elétrica. Medida vai resultar em contratações
PAULO JUSTUS, paulo.justus@grupoestado.com.br
A prorrogação da política de corte do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos da linha branca, anunciada ontem pelo governo, foi condicionada à eficiência energética e à preservação de empregos. A medida terminaria amanhã, dia 31, e agora vale até 31 de janeiro, para lavadoras de roupas, tanquinhos, fogões e refrigeradores.
Apenas os produtos com o Selo A, que atesta menor consumo de energia, vão ser beneficiados com a continuidade do alívio fiscal nos mesmos moldes daquele concedido em 17 de abril deste ano. Os eletrodomésticos com o Selo B terão um aumento intermediário do tributo e aqueles com o Selo C em diante terão a alíquota cheia do imposto (veja ao lado).
A boa notícia para o consumidor é que a maior parte dos produtos da linha branca vendidos hoje já se encaixa na mais alta classificação de eficiência. De acordo com a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) esse porcentual situa-se acima dos 80% para a média dos produtos. “A indústria trabalhou muito arduamente desde o apagão, em 2001, para reduzir o consumo de energia”, afirma Lourival Kiçula, presidente da Eletros. Ele diz que a medida premia os fabricantes que investiram tempo e dinheiro na adaptação de sua linha de fábrica para os padrões mais eficientes.
As grandes redes de varejo resolveram bancar o imposto menor para os aparelhos menos eficientes, enquanto durarem os estoques, que foram reforçados nos últimos dias, por causa do temor do fim do estímulo fiscal. Wal Mart, Casas Bahia e Ponto Frio só vão repassar a alta do imposto quando revenderem os eletrodomésticos comprados da indústria já com a alíquota mais alta.
Mas quando os estoques antigos acabarem, o consumidor vai notar uma diferença menor de preços entre os produtos que consomem mais energia elétrica e aqueles mais eficientes. “A compra de um eletrodoméstico mais econômico se tornou ainda mais vantajosa com essa nova regra do benefício fiscal”, diz Marcos Crivelaro, professor de finanças da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap).
Segundo ele, por mais que o custo dos equipamentos mais eficientes ainda seja maior do que aqueles que gastam mais energia, a economia que proporcionam nas contas de luz paga o investimento. “Imagine que uma geladeira fica ligada 24 horas por dia, 365 dias por ano. Ao longo dos anos, o investimento mais do que compensa”, diz.
Para o consultor do instituto de educação financeira Disop, Francis Hesse, a economia ocorre principalmente para quem troca uma geladeira velha por uma nova e econômica. “O governo já até tentou, antes da crise, criar um programa de troca de geladeiras. É por isso que eles estão querendo estimular a compra dos refrigeradores mais econômicos”, afirma.
Além de ajudar na economia doméstica, a desoneração fiscal também vai ajudar no crescimento do setor. Para Kiçula, o crescimento observado no acumulado de janeiro a setembro, de 20% sobre o ano passado deve ser inclusive intensificado até o fim do ano. “Vamos começar a crescer na comparação com os meses que sentiram o reflexo da crise no ano passado. Por isso os resultados serão ainda melhores.”
A Eletros contabilizou a venda de 10 milhões de eletrodomésticos da linha branca, de janeiro a setembro deste ano. “Dois milhões de unidades foram comercializadas por causa da redução do imposto”, diz Kiçula. Ele explica que apesar de a redução ter se restringido à quatro produtos, ela levou o consumidor às lojas e estimulou as vendas como um todo.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
Começa a valer nova lei de cobertura de planos de saúde
A partir do dia 29 de maio passado os planos de saúde são obrigados a oferecer quatro procedimentos relativos ao planejamento familiar. São eles: implante de DIU hormonal, exames hormonais específicos para planejamento familiar (que antes eram cobertos somente por algumas operadoras), consultas para aconselhamento familiar e a realização de ações educativas, como explicações sobre métodos contraceptivos. A Lei 11.935, que trata da cobertura às ações de planejamento familiar nos planos de saúde, entrou em vigor ontem com a publicação da resolução normativa 192/2009 no Diário Oficial da União.
Desde 11 de maio, quando foi sancionada a lei, a cobertura tornou-se uma obrigação legal, que agora foi normatizada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A resolução complementa a série de procedimentos que já faziam parte da cobertura obrigatória. De acordo com Josué Rios, advogado especializado em Direito do Consumidor, os procedimentos obrigatórios (com exceção do DIU) são difíceis de serem fiscalizados pelo governo. ?A generalização nesse caso resulta da própria lei, que apenas obrigou as operadoras a cobrir planejamento familiar sem definir o conceito.?
O tratamento para inseminação artificial e fornecimento de pílula anticoncepcional, camisinha e diafragma são procedimentos que os planos não estão obrigados a custear. De acordo com o órgão regulador, o motivo da exclusão é que a agência não poderia obrigar os planos a oferecer um procedimento em que o cidadão tivesse que se medicar em casa. Já faziam parte da cobertura obrigatória dos planos procedimentos como vasectomia e laqueadura.
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo
Desde 11 de maio, quando foi sancionada a lei, a cobertura tornou-se uma obrigação legal, que agora foi normatizada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A resolução complementa a série de procedimentos que já faziam parte da cobertura obrigatória. De acordo com Josué Rios, advogado especializado em Direito do Consumidor, os procedimentos obrigatórios (com exceção do DIU) são difíceis de serem fiscalizados pelo governo. ?A generalização nesse caso resulta da própria lei, que apenas obrigou as operadoras a cobrir planejamento familiar sem definir o conceito.?
O tratamento para inseminação artificial e fornecimento de pílula anticoncepcional, camisinha e diafragma são procedimentos que os planos não estão obrigados a custear. De acordo com o órgão regulador, o motivo da exclusão é que a agência não poderia obrigar os planos a oferecer um procedimento em que o cidadão tivesse que se medicar em casa. Já faziam parte da cobertura obrigatória dos planos procedimentos como vasectomia e laqueadura.
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Plano não pode limitar internação e valor do tratamento
Os planos de saúde não podem limitar o valor do tratamento nem o prazo de internações de seus associados. Foi o que decidiu, por unanimidade, o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Segundo o tribunal, é abusiva a cláusula contratual de plano de saúde que limita o tempo de internação hospitalar do segurado.
O relator da matéria, ministro Aldir Passarinho Junior, argumentou que, da mesma forma que não tem lógica determinar contratualmente o prazo de recuperação do paciente, não se pode limitar o custo do tratamento médico-hospitalar.
No voto do ministro, é dito que a fórmula de teto de valor adotado pela seguradora é uma tentativa de contornar a proibição do limite temporal imposto pela súmula.
Ainda na opinião do relator, a exemplo da limitação do tempo de internação, quando se restringe o valor do custeio, esvazia-se o propósito do contrato, que é o de assegurar os meios para a cura, independentemente do estado de saúde do paciente.
O ministro acredita que está claro que limitar o valor do tratamento é lesivo ao segurado, pois reduz a eficácia do tratamento.
No caso julgado, os familiares de Alberto de Souza Meirelles, de São Paulo, recorreram contra a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, que não reconheceu a abusividade da limitação de valor anual imposta pela seguradora Notre Dame.
Como a empresa se recusou a pagar a despesa excedente ao valor de 2.895 Ufesps (Unidade Fiscal do Estado de SP), prevista em contrato, a família herdou uma dívida com o Hospital Samaritano (SP), onde o doente ficou internado por um mês, em 1996.
Fonte: CQCS | Jorge Clapp
Segundo o tribunal, é abusiva a cláusula contratual de plano de saúde que limita o tempo de internação hospitalar do segurado.
O relator da matéria, ministro Aldir Passarinho Junior, argumentou que, da mesma forma que não tem lógica determinar contratualmente o prazo de recuperação do paciente, não se pode limitar o custo do tratamento médico-hospitalar.
No voto do ministro, é dito que a fórmula de teto de valor adotado pela seguradora é uma tentativa de contornar a proibição do limite temporal imposto pela súmula.
Ainda na opinião do relator, a exemplo da limitação do tempo de internação, quando se restringe o valor do custeio, esvazia-se o propósito do contrato, que é o de assegurar os meios para a cura, independentemente do estado de saúde do paciente.
O ministro acredita que está claro que limitar o valor do tratamento é lesivo ao segurado, pois reduz a eficácia do tratamento.
No caso julgado, os familiares de Alberto de Souza Meirelles, de São Paulo, recorreram contra a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, que não reconheceu a abusividade da limitação de valor anual imposta pela seguradora Notre Dame.
Como a empresa se recusou a pagar a despesa excedente ao valor de 2.895 Ufesps (Unidade Fiscal do Estado de SP), prevista em contrato, a família herdou uma dívida com o Hospital Samaritano (SP), onde o doente ficou internado por um mês, em 1996.
Fonte: CQCS | Jorge Clapp
terça-feira, 26 de maio de 2009
Pesquisa revela que educação financeira preocupa mais do que a crise
Educação financeira. Esta é a principal preocupação dos executivos responsáveis por administrar fundos de aposentadoria dos funcionários de grandes empresas. Era certo que a crise fosse o ponto principal do estresse. Mas não. O resultado da pesquisa realizada durante a abertura do seminário Mercer de Previdência, realizado na última terça-feira, em São Paulo, mostrou que os executivos estão no clima “esperar para ver o que vai acontecer” no que diz respeito à crise.
Duas pesquisas realizadas pela Mercer, com cerca de 150 empresas, mostram que realmente incentivar a conscientização das pessoas em relação a poupança de longo prazo é um assunto prioritário. O índice de resgate dos planos de aposentadoria, segundo a pesquisa na base de clientes da Mercer, era de 82% entre setembro de 2007 e março de 2008, período em que os brasileiros apenas ouviam falar da crise das hipotecas de alto risco (subprime) nos Estados Unidos. Quando a crise se agravou e chegou de fato no Brasil, entre setembro de 2008 e março de 2009, o índice de resgate dos planos passou para 83%. Ou seja: nada mudou em razão da crise. O resgate já era elevado e permaneceu.
“Sem educação financeira, aportar recursos em um plano de previdência é um péssimo investimento. As pessoas que fazem saques não fazem contas. Não tem noção dos benefícios tributários no longo prazo ou do custo tributário no curto prazo”, diz Carolina Wanderley, consultora da Mercer especializada em previdência e finanças pessoais. A executiva proferiu a palestra “Educando seus participantes para o futuro”.
Entre os principais tópicos, a conscientização de que governos e empresas buscam reduzir custos com benefícios, de que cada vez mais a qualidade da aposentadoria dependerá do esforça de cada indivíduo fazer a sua própria poupança; que quanto mais cedo começar, melhor será; maior clareza em relação ao ganho dos benefícios fiscais e perdas que podem sofrer com o saque antecipado e, entre outras dicas, o efeito dos juros compostos. “A rentabilidade sobre o patrimônio acumulado chega a representar 67% da poupança no prazo de 20 anos, enquanto o valor aportado representa 33%. O efeito de juros sobre juros é muito estimulante para quem tem o hábito de poupar”, diz a consultora.
Fonte: Fenaseg, 22/05/09
Duas pesquisas realizadas pela Mercer, com cerca de 150 empresas, mostram que realmente incentivar a conscientização das pessoas em relação a poupança de longo prazo é um assunto prioritário. O índice de resgate dos planos de aposentadoria, segundo a pesquisa na base de clientes da Mercer, era de 82% entre setembro de 2007 e março de 2008, período em que os brasileiros apenas ouviam falar da crise das hipotecas de alto risco (subprime) nos Estados Unidos. Quando a crise se agravou e chegou de fato no Brasil, entre setembro de 2008 e março de 2009, o índice de resgate dos planos passou para 83%. Ou seja: nada mudou em razão da crise. O resgate já era elevado e permaneceu.
“Sem educação financeira, aportar recursos em um plano de previdência é um péssimo investimento. As pessoas que fazem saques não fazem contas. Não tem noção dos benefícios tributários no longo prazo ou do custo tributário no curto prazo”, diz Carolina Wanderley, consultora da Mercer especializada em previdência e finanças pessoais. A executiva proferiu a palestra “Educando seus participantes para o futuro”.
Entre os principais tópicos, a conscientização de que governos e empresas buscam reduzir custos com benefícios, de que cada vez mais a qualidade da aposentadoria dependerá do esforça de cada indivíduo fazer a sua própria poupança; que quanto mais cedo começar, melhor será; maior clareza em relação ao ganho dos benefícios fiscais e perdas que podem sofrer com o saque antecipado e, entre outras dicas, o efeito dos juros compostos. “A rentabilidade sobre o patrimônio acumulado chega a representar 67% da poupança no prazo de 20 anos, enquanto o valor aportado representa 33%. O efeito de juros sobre juros é muito estimulante para quem tem o hábito de poupar”, diz a consultora.
Fonte: Fenaseg, 22/05/09
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Crise – Será que ainda tem esqueletos para saírem do armário?
Outro dia almocei com o presidente de uma grande Multinacional, que mora nos Estados Unidos e como característica de alguém deste perfil, sempre muito bem informado. E como não poderia deixar de ser, o assunto crise e recuperação mundial vieram à tona.
Não abordamos números ou datas, mas apenas fatos e tendências. A visão dele é clara.
Para ele os Estados Unidos, pelo fato de ter se movimentado rapidamente além de ser “uno”, quanto às medidas adotadas e suas aplicações, conseguiram estancar grande parte do problema e já atingiram o fundo do poço, da curva L.__/, encontrando-se agora no ponto . do gráfico acima e deve-se manter no fundo, até que todos os acertos estejam consolidados, para ai sim começar uma lenta recuperação.
Porém a grande preocupação dele é com a situação da situação da Europa que apesar de “unificada”, todos os pais ainda tentam defender seu sistema financeiro. E por esta razão fica muito difícil saber a real situação de cada economia, assim com tomar as medidas necessárias. Ele acredita que nos países europeus ainda tem muito esqueleto para sair do armário.
Quanto ao Brasil, ele está otimista.
Não abordamos números ou datas, mas apenas fatos e tendências. A visão dele é clara.
Para ele os Estados Unidos, pelo fato de ter se movimentado rapidamente além de ser “uno”, quanto às medidas adotadas e suas aplicações, conseguiram estancar grande parte do problema e já atingiram o fundo do poço, da curva L.__/, encontrando-se agora no ponto . do gráfico acima e deve-se manter no fundo, até que todos os acertos estejam consolidados, para ai sim começar uma lenta recuperação.
Porém a grande preocupação dele é com a situação da situação da Europa que apesar de “unificada”, todos os pais ainda tentam defender seu sistema financeiro. E por esta razão fica muito difícil saber a real situação de cada economia, assim com tomar as medidas necessárias. Ele acredita que nos países europeus ainda tem muito esqueleto para sair do armário.
Quanto ao Brasil, ele está otimista.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
MERRY CHRISTMAS AND HAPPY NEW YEAR
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO
FELIZ NAVIDAD Y PRÓSPERO AÑO NUEVO
BOM NADAL I PRÓSPER ANY NOU
MERRY CHRISTMAS AND HAPPY NEW YEAR
JOEUX NOËL ET BONNE ANNÉE
BUON NATALE E FELICE ANNO NUOVO
FROHE WEINACHTEN UND EIN GUTES NEUES JAHR
FELIZ NAVIDAD Y PRÓSPERO AÑO NUEVO
BOM NADAL I PRÓSPER ANY NOU
MERRY CHRISTMAS AND HAPPY NEW YEAR
JOEUX NOËL ET BONNE ANNÉE
BUON NATALE E FELICE ANNO NUOVO
FROHE WEINACHTEN UND EIN GUTES NEUES JAHR
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Professor de finanças pessoais diz que 13º salário deve ser usado para pagar dívidas
IG
Home > Economia > Notícia
Professor de finanças pessoais diz que 13º salário deve ser usado para pagar dívidas
28/11 - 11:55 - Redação
O professor de finanças pessoais Francis Robert Hesse participou, nesta sexta-feira, de um bate papo com os internautas do iG durante uma hora para esclarecer qual a melhor maneira de utilizar o 13º salário. Segundo Hesse, a prioridade deve ser pagar dívidas, mas antes, é preciso sempre tentar negociá-las com o banco.
• Fala, internauta! Como você pretende usar o seu 13º salário?
• Especialistas falam o que fazer com o 13º salário em tempo de crise
De acordo com o especialista, as compras devem ser realizadas sempre à vista quando há dinheiro disponível, senão o melhor é aguardar. Outra possibilidade é usar o 13º salário em investimentos. “Comprar ações é uma boa alternativa [neste período de crise], mas não se esqueça de que é um investimento para longo prazo”, alertou.
Hesse explicou também que, para quem tem dívidas no cartão ou no cheque no especial e também o nome sujo no SPC, a prioridade deve ser limpar o nome. “Em geral, os bancos negociam melhor as dívidas com o cartão depois que o seu nome é excluído do SPC”, afirmou. Para quem está com o saldo negativo no banco, o economista aconselha a negociar com o gerente para trocar o saldo negativo por um empréstimo pessoal com taxas de juros menores que as do cheque especial.
O momento requer cautela e, segundo Hesse, os financiamentos de carros devem avaliados para que não comprometam a renda mensal da família. “Geralmente esse tipo de financiamento já tem alguma taxa de juro embutida que você só vai descobrir negociando o preço à vista”, afirmou.
Francis Hesse é economista e administrador de empresas formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, especialista em Private Bank pelo Euromoney Institute of Finance e possui mais de 100 certificações na área de economia.
Atualmente, trabalha na Planejadores Associados, empresa especializada em planejamento financeiro pessoal, da qual é sócio fundador. Ele também é professor da Profins Business School, em São Paulo.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/11/28/professor_de_financas_pessoais_participa_de_chat_no_ig_3095162.html#comentarios
Home > Economia > Notícia
Professor de finanças pessoais diz que 13º salário deve ser usado para pagar dívidas
28/11 - 11:55 - Redação
O professor de finanças pessoais Francis Robert Hesse participou, nesta sexta-feira, de um bate papo com os internautas do iG durante uma hora para esclarecer qual a melhor maneira de utilizar o 13º salário. Segundo Hesse, a prioridade deve ser pagar dívidas, mas antes, é preciso sempre tentar negociá-las com o banco.
• Fala, internauta! Como você pretende usar o seu 13º salário?
• Especialistas falam o que fazer com o 13º salário em tempo de crise
De acordo com o especialista, as compras devem ser realizadas sempre à vista quando há dinheiro disponível, senão o melhor é aguardar. Outra possibilidade é usar o 13º salário em investimentos. “Comprar ações é uma boa alternativa [neste período de crise], mas não se esqueça de que é um investimento para longo prazo”, alertou.
Hesse explicou também que, para quem tem dívidas no cartão ou no cheque no especial e também o nome sujo no SPC, a prioridade deve ser limpar o nome. “Em geral, os bancos negociam melhor as dívidas com o cartão depois que o seu nome é excluído do SPC”, afirmou. Para quem está com o saldo negativo no banco, o economista aconselha a negociar com o gerente para trocar o saldo negativo por um empréstimo pessoal com taxas de juros menores que as do cheque especial.
O momento requer cautela e, segundo Hesse, os financiamentos de carros devem avaliados para que não comprometam a renda mensal da família. “Geralmente esse tipo de financiamento já tem alguma taxa de juro embutida que você só vai descobrir negociando o preço à vista”, afirmou.
Francis Hesse é economista e administrador de empresas formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, especialista em Private Bank pelo Euromoney Institute of Finance e possui mais de 100 certificações na área de economia.
Atualmente, trabalha na Planejadores Associados, empresa especializada em planejamento financeiro pessoal, da qual é sócio fundador. Ele também é professor da Profins Business School, em São Paulo.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/11/28/professor_de_financas_pessoais_participa_de_chat_no_ig_3095162.html#comentarios
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
IG - Chat
IG
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Professor de finanças pessoais participa de chat no iG
Cerca de 68,2 milhões de pessoas devem ser beneficiadas com o pagamento da 1ª parcela do 13º salário em 2008, conforme estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Esta sexta-feira é o último dia para o pagamento da 1ª parcela. Para tirar as dúvidas dos internautas sobre o que fazer com este dinheiro extra em tempos de recessão econômica, o professor de finanças pessoais Francis Robert Hesse participa, às 11h, de um chat ao vivo no Portal iG.
Hesse é economista e administrador de empresas formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, especialista em Private Bank pelo Euromoney Institute of Finance e possui mais de 100 certificações na área de economia.
Atualmente, trabalha na Planejadores Associados, empresa especializada em planejamento financeiro pessoal, da qual é sócio fundador. Ele também é professor da Profins Business School, em São Paulo.
Hesse irá esclarecer quais devem ser as prioridades com o 13º salário e se é preciso primeiro pagar as dívidas já acumuladas no ano ou poupar para os gastos do começo de 2009, como IPVA e IPTU.
Leia mais sobre: 13º salário
Chat: professor dá dicas às 11h sobre 13º salário. Participe!
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Professor de finanças pessoais participa de chat no iG
Cerca de 68,2 milhões de pessoas devem ser beneficiadas com o pagamento da 1ª parcela do 13º salário em 2008, conforme estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Esta sexta-feira é o último dia para o pagamento da 1ª parcela. Para tirar as dúvidas dos internautas sobre o que fazer com este dinheiro extra em tempos de recessão econômica, o professor de finanças pessoais Francis Robert Hesse participa, às 11h, de um chat ao vivo no Portal iG.
Hesse é economista e administrador de empresas formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, especialista em Private Bank pelo Euromoney Institute of Finance e possui mais de 100 certificações na área de economia.
Atualmente, trabalha na Planejadores Associados, empresa especializada em planejamento financeiro pessoal, da qual é sócio fundador. Ele também é professor da Profins Business School, em São Paulo.
Hesse irá esclarecer quais devem ser as prioridades com o 13º salário e se é preciso primeiro pagar as dívidas já acumuladas no ano ou poupar para os gastos do começo de 2009, como IPVA e IPTU.
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
IG
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» 28.11.2008
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13º salário: primeiro as dívidas, depois as compras
28/11 - 07:10 - Lecticia Maggi, repórter do Último Segundo
O final do ano está chegando e com ele o 13º salário, que deve injetar cerca de R$ 78 bilhões na economia do País. O montante representa 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo estimativa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), aproximadamente 68,2 milhões dos brasileiros serão beneficiados com o salário, que deve ter a 1ª parcela paga até esta sexta-feira. Mas, em tempos de crise econômica, o que fazer com o dinheiro extra?
A auxiliar jurídica Evelin Martins, de 22 anos, pretende gastar seu 13º apenas em 2009, durante suas férias ou em feriados prolongados. “Como pago minha faculdade [de direito] fica pesado e não sobra quase nada do salário para sair”, afirma. Até lá, ela garante, o dinheiro ficará guardado.
Evelin, porém, segundo uma pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), divulgada em novembro, faz parte de uma pequena parcela da população brasileira. A pesquisa mostra que apenas 2% dos entrevistados pretendem poupar parte do salário. A grande maioria, 60%, irá usar o 13º para pagar dívidas já contraídas. O número revela um aumento de 3,45% sobre 2007.
Para o economista e professor de finanças pessoais da Profins Business School, Francis Robert Hesse, o uso do 13º salário está correto, o problema é definir, entre todas as dívidas, qual deve ser liquidada primeiro. “As pessoas devem listar todas as dívidas que têm e as taxas de juros que são praticadas para poderem analisar o que fica mais caro deixar de pagar”, aconselha.
E nada de remorso se o 13º acabar antes das compras de Natal. A regra número um, segundo Gustavo Cerbasi, administrador e autor do best-seller Casais Inteligentes Enriquecem Juntos (Editora Gente, 2004), é “eliminar os erros acumulados em 2008”. “Mesmo que para saldar as dívidas você acabe com o 13º”, avisa.
A prioridade do brasileiro
De acordo com a pesquisa da Anefac, 36% dos entrevistados priorizam dívidas com o cheque especial. Em seguida, com 25%, estão aqueles que preferem pagar primeiro o cartão de crédito. Conforme Robert Hess, os consumidores cobrem primeiro o cheque especial porque consideram “mais fácil”, mas esta não é a melhor opção. “O cheque especial não tem juros tão altos como as dívidas em cartão. O que sobrar no cheque especial você pode tentar trazer para o financiamento de crédito pessoal, com juros bem menores”, afirma.
O professor de economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC- SP) e consultor financeiro, Claudemir Galvani, alerta também para a necessidade de poupar parte do salário para as despesas do começo de 2009, como IPVA e IPTU.
“Com o IPVA antigo você pode ser multado ao parar em blitz da polícia. A dívida vai se tornando cara”, afirma. Além disso, o pagamento à vista destes impostos é mais vantajoso e livra o orçamento dos próximos meses. No caso do IPTU, como o pagamento pode ser parcelado em até 10 vezes, Galvani explica que, muitas pessoas acabam de pagar em outubro e esquecem que, em janeiro, a dívida já está de volta.
Conforme a Anefac, a intenção de 11% dos entrevistados é economizar o 13º salário para não passar aperto com as contas inevitáveis de começo de ano.
Este é o caso da aposentada Nazareth Carnavalli, de 75 anos, que disse que o que restou do seu 13º irá para o IPTU de janeiro. “Metade já foi para pagar contas. A outra metade [que ainda vai receber] vai para o imposto”, afirma. Nazareth conta que sua irmã muitas vezes guarda as contas achando que já estão pagas e quando ela percebe estão atrasadas. “Agora só vou ficar olhando ele [o 13º salário] ir embora, mas com a casa garantida”, brinca.
Cautelosos, mas é Natal
Mesmo estando mais cautelosos do que em 2007, a pesquisa aponta que 15% dos consumidores ainda pretendem gastar parte do salário na compra de presentes. Em 2007, 20% afirmaram que dariam este fim ao dinheiro.
Apesar da euforia comum à época do Natal, os consultores esclarecem que é preciso moderação. “Tem que gastar conscientemente e não fazer dívidas. Por mais que a gente tente amenizar, estamos em uma crise. O Brasil não entrará em recessão, mas a economia vai crescer menos”, explica o professor Robert Hesse.
Segundo ele, o momento requer cautela para não comprometer o rendimento futuro. “Não é hora de arriscar. Tudo o que puder deve ser comprado à vista”, alerta.
Hesse esclarece que as compras, no entanto, não devem ser interrompidas para não agravar a crise e provocar demissões no comércio. É o que pretende fazer a professora de ensino fundamental Marilsa Barga, de 58 anos. “Eu vou comprar presentes”, anima-se.
Depois, se ainda sobrar alguma quantia do 13º salário, a sugestão dos especialistas é colocar na poupança. “O mais saudável é se organizar e poupar regularmente. É importante ter consciência de que o dinheiro que se ganha no mês é também uma reserva para a vida”, afirma Gustavo Cerbasi.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Preocupado com os bancos brasileiros?
O Banco Central tem atuado corretamente no sentido de diminuir os efeitos da crise em nosso sistema financeiro.
O que poderá haver é como já muito dito um é “problema de liquidez momentâneo e não de insolvência”. Os seja alguns bancos com problemas de caixa, que seria resolvido pelo próprio mercado assim como pelo Banco Central. Os bancos são muito regulados pelo Banco Central.
Mas já as empresas, estas sim andaram mais soltas e muitas empresas exportadoras extrapolaram as operações de trava cambial e com certeza vão aparecer significativas perdas com este tipo de operação nos próximos balanços.
É esperar para ver.
O que poderá haver é como já muito dito um é “problema de liquidez momentâneo e não de insolvência”. Os seja alguns bancos com problemas de caixa, que seria resolvido pelo próprio mercado assim como pelo Banco Central. Os bancos são muito regulados pelo Banco Central.
Mas já as empresas, estas sim andaram mais soltas e muitas empresas exportadoras extrapolaram as operações de trava cambial e com certeza vão aparecer significativas perdas com este tipo de operação nos próximos balanços.
É esperar para ver.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
O Proer foi tão ruim assim?
Tem gente que falava muito mal e afirmava que o governo errou em adotar o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional – PROER em 1995. Nada melhor do que o “senhor” tempo para mostrar que a medida embora custosa (mas dos males o menor) e com algumas falhas, foi mais do que necessária e bem aplicada.
Quem diria!!!!!!!!!!!!
Quem diria!!!!!!!!!!!!
terça-feira, 7 de outubro de 2008
A crise atinge a Europa pelas Ilhas
Islandia - A crise financeira bancária no mundo é tão séria que colocou a pequena e rica Islandia a beira da bancarrota de estado. O pequeno pais assumiu o controle de seus 3 maiores bancos, que juntos são dez vezes maior do que o PIB do pais. Eles estavam bem interligados na Europa e em especial na Inglaterra em que financiavam muitas empresas. Mais de 200.000 cidadãos ingleses tiveram suas contas bloqueadas lá. - 07.10.2008
http://www.wmulher.com.br/index.asp
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