segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Como achar o seguro mais barato?


Apresar de o texto abaixo ser bem detalhado e explicativo, não se esqueça que o seguro é contratado para não se utilizado, mas caso você precise utilizá-lo, o pós-venda, assim como o auxilio a no trâmite de uma indenização por sinistro, são os fatores mais importantes a serem avaliados, antes mesmo do preço. E quem deve lhe auxiliar em todo este processo, é um corretor de seguros. Para evitar problemas, informe-se bem e pesquise bastante sobre este serviço, assim como a cobertura 24 horas e outros benefícios que normalmente as apólices têm. E não se esqueça de na cotação comparar produtos iguais até mesmos nos detalhes e benefícios. Francis Brode Hesse.

A internet já faz parte da vida dos brasileiros há quase duas décadas, mas só agora começa a chegar ao mundo dos seguros. Diversos sites lançados recentemente funcionam como corretoras on-line onde é possível comparar preços e contratar a apólice com o melhor custo-benefício. O principal filão explorado é o de seguros de veículos, ainda que, em alguns casos, também já seja possível contratar coberturas de vida, saúde, previdência, viagem e residência.

A grande vantagem do serviço é a praticidade. Em sites como Economize no Seguro, Smartia e Minuto Seguros, o usuário poderá obter cotações de até 14 diferentes seguradoras preenchendo apenas uma vez o formulário com as características do veículo e o perfil do proprietário. Em alguns casos, a melhor cotação já é apresentada em tempo real. A ferramenta permite que mesmo quem esteja com o seguro prestes a vencer faça rapidamente uma ampla pesquisa de preços, contrate o serviço e não fique nem um dia sem cobertura.

A importância de não renovar automaticamente o seguro que venceu ou comprar a primeira apólice oferecida sem pesquisar outras opções é enorme. Segundo uma reportagem publicada na Folha de S.Paulo no último domingo, os preços de um seguro similar podem variar até 396%. Especialistas em seguros ouvidos por EXAME.com explicam que essas diferenças são normais e refletem as políticas de risco de cada seguradora.

Para definir o preço de um seguro, uma empresa usa dados históricos que permitem avaliar qual é o risco de roubo ou acidente com um determinado veículo ou condutor. Para uma empresa, as estatísticas podem mostrar que a probabilidade de ocorrência de um sinistro é altíssima enquanto os bancos de dados de rivais não podem não ter registrados eventos negativos com tanta frequência. "Ao invés de simplesmente rejeitar a cobertura do veículo com alta probabilidade de sinistro, a política das seguradoras geralmente é a de jogar o preço da apólice lá para cima", diz Ilson Barcelos, sócio-diretor da Economize no Seguro. É por isso que, em uma simulação feita por EXAME.com, os valores pedidos pelas seguradoras para um mesmo veículo com um mesmo perfil de proprietário variaram entre 2.100 e 6.500 reais.

É importante notar que o uso da internet como meio de compra de seguros não deve levar a uma queda dos custos das apólices em si, uma vez os custos das corretoras on-line são tão ou mais elevados que os dos concorrentes com lojas físicas. Os sites dizem trabalhar com as comissões normais do mercado brasileiro, que giram entre 10% e 15 do valor dos prêmios. Para atraírem tráfego, esses sites compram palavras-chave no Google. Nos Estados Unidos, a cada vez que um internauta clica no anúncio de uma seguradora publicado junto a uma busca pela palavra "insurance", a empresa pode ser obrigada a pagar até 43 dólares. No Brasil, o mesmo serviço custa até 3 reais, um valor que ainda pode ser considerado elevado frente à média do país. Considerando que muita gente clica num anúncio e não compra nada, chega-se à conclusão que as despesas com marketing das corretoras acabam sendo bem altas.

Se a internet não reduziu os custos das seguradoras, como os clientes conseguem um melhor custo ao comprar on-line? A principal razão é a facilidade de comparação. Os sites permitem encontrar rapidamente o seguro mais barato do mercado brasileiro. Um corretor poderia levar horas consultando um a um os preços cobrados pelas seguradoras para chegar à mesma conclusão. Os sites também dizem não apresentar respostas enviesadas. "Mostramos todas as cotações", diz Rodrigo Caixeta, CEO da Smartia. "Não existe o problema de o corretor indicar determinado serviço porque é aquele que lhe paga a maior comissão."

Quem acumulou bônus porque não acionou o seguro contratado nenhuma vez nos últimos anos também pode se beneficiar. Ao substituir a empresa que fornece o serviço, o motorista pode levar os bônus e obter descontos também junto à nova seguradora.

Complexidades.
Comparar os preços de seguros pela internet não é tão trivial quanto encontrar a televisão com o valor mais interessante. Na simulação realizada, EXAME.com também verificou a eficiência dos serviços oferecidos pelos sites Economize no Seguro, Smartia e Minuto Seguros. Veja abaixo os prós e contras de cada um:

Site Pontos fortes Pontos fracos

Economize no Seguro
Tem parceria com o maior número de seguradoras (14). Apresentou os menores preços nas simulações realizadas por EXAME.com. Está no ar há mais tempo - logo, é mais estável. Vende outros tipos de seguros, e não apenas de veículos.

É possível identificar qual é a melhor proposta de preço, mas, para chegar ao melhor custo-benefício, é preciso conversar com algum corretor e pedir explicações sobre os termos utilizados. O site não envia todas as propostas das seguradoras porque bloqueia as piores.

Smartia.
Os preços são apresentados na hora. Não é preciso esperar o corretor enviar por e-mail as propostas. O Smartia tem feito um investimento para estar presente e vender seguros nos principais sites de comércio eletrônico de carros do Brasil.

Nas simulações realizadas por EXAME.com, não apresentou os menores preços. Realiza cotações junto a apenas três seguradoras, mas planeja elevar esse número para cinco até o final de fevereiro.

Minuto Seguros
Apresenta ao usuário diversas opções de apólice de uma mesma seguradora. Isso torna mais fácil escolher o seguro certo para seu perfil e fechar a compra on-line, sem uma conversa com um corretor. As informações são apresentadas de forma inteligível mesmo para leigos. Promete colocar em breve funcionários à disposição 24 horas por dia para auxiliar o cliente em caso de sinistro.

As respostas à simulação de uma cotação demoraram a chegar. Apresentou os maiores preços nas simulações realizadas. Por enquanto, só vende seguros de veículos. Tem parceria com sete seguradoras, mas manda quatro ou cinco propostas ao cliente.

O alcance dessas empresas ainda é irrisório se comparado ao tamanho do mercado. No ar desde 2007, o site Economize no Seguro vende cerca de mil apólices de veículos por mês e fatura ao redor de 1,5 milhão de reais pelo serviço. As vendas da Smartia e do Minuto Seguros são menores, já que ambos foram colocados no ar há poucos meses. Comparado com a Inglaterra, onde 50% das apólices são vendidas on-line, o Brasil ainda engatinha nesse segmento.

A grande dificuldade em vender um seguro de carro sem a presença de um corretor são as necessidades particulares de cada cliente. As apólices não são padronizadas. Os preços variam de acordo com o sexo, a idade, o CEP de residência e dezenas de outras informações pessoais do proprietário. As políticas de marketing das empresas também são discrepantes. Algumas seguradoras oferecem serviços mais simples com o objetivo de fisgar clientes com os melhores preços. Esse é o caso da Zurich, Azul, Tokio Marine e HDI, que em geral oferecem um pacote básico de seguro só com assistência 24 horas, guincho limitado a determinadas distâncias da cidade de origem e borracheiro.

Já Bradesco e Itaú atuariam em um segmento médio do mercado, que costuma incluir também carro reserva por uma ou duas semanas e mais alguns serviços para o veículo. As seguradoras tidas no mercado como premium são a Porto Seguro, a Chubb e a SulAmérica. Essas empresas costumam cobrar mais por serviços que vão além das necessidades de um motorista. O dono de uma apólice pode solicitar, por exemplo, suporte técnico para produtos de informática, descontos em academia, conserto de máquina de lavar roupa ou instalação de uma prateleira na residência acionando o seguro - e sem pagar à parte por cada serviço.

Como o número de decisões que o cliente tomará é grande, acaba sendo mais fácil identificar qual é o seguro mais barato do que tirar a conclusão sobre qual tem o melhor custo-benefício. Mesmo comparando apólices parecidas, ainda há nuances que devem ser consideradas na contratação de um seguro de carro. Alguém que viaja muito deveria ter assistência de guincho não limitada a um raio de 100 ou 200 km. O seguro de um taxista deve ter uma cobertura para lucros cessantes que garantiria uma renda a sua família em caso de acidente que o impeça de trabalhar por algumas semanas.

Infelizmente nem sempre os consumidores se atentam a todos esses fatores antes de contratar uma empresa. "O preço é o fator mais relevante na hora de o cliente decidir por um ou outro seguro", diz Rodrigo Caixeta, CEO da Smartia. "Em seguida, vem a marca em que o cliente mais confia e só depois aparecem as coberturas incluídas na apólice."

Parte dos esforços dos sites de comércio eletrônico para explicar exatamente o que está sendo vendido consiste em traduzir o linguajar técnico comum ao mundo das seguradoras para o usuário final. Termos como "prêmio", "sinistro", "apólice" e "franquia" podem ser substituídos por palavras mais amigáveis e próximas aos consumidores nas propostas enviadas por e-mail. "Tentamos apresentar algo extremamente didático, em português e não em "segurês". Só assim a pessoa vai entender o que está comprando", diz Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros.

Assistência.
Outra preocupação das corretoras on-line é garantir que o cliente tenha algum tipo de auxílio para receber o dinheiro da seguradora em caso de sinistro. Segundo uma pesquisa da consultoria McKinsey realizada a pedido da Minuto Seguros, 50% dos brasileiros dizem estar dispostos a comprar seguros pela internet. Prestar um serviço de pós-venda e ajudar os clientes na hora do desespero é tanto uma forma de superar o preconceito com as corretoras on-line quanto uma maneira interessante de fidelizar os consumidores.

O corretor pode ser tão importante no trâmite de uma indenização por sinistro que a legislação brasileira impede que as apólices sejam vendidas diretamente pelas seguradoras. Os sites, no entanto, lembram que a solução definitiva dos problemas sempre vai depender das seguradoras, que são as responsáveis pela liberação do dinheiro das indenizações. O que os corretores on-line costumam fazer é se prontificar a dar auxílio ao cliente em caso de problemas no trâmite do processo.

Nem sempre isso é possível. Os sites ainda não possuem, por exemplo, serviços de assistência 24 horas ao cliente em casos de sinistro. Se alguém precisar de uma ajuda de emergência durante o final de semana, pode ser obrigado a esperar até o dia útil seguinte para tirar dúvidas ou solicitar o auxílio do corretor. Os sites dizem que em breve montarão estruturas de assistência 24 horas. Outro atenuante é que esse não é um problema exclusivo das corretoras on-line e pode acontecer também com várias empresas com sede e estrutura física.

Fonte: CQCS – Centro de Qualificação do Corretor de Seguros



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Com Selic baixa, poupança já rende mais que alguns fundos de investimento.


A taxa básica de juros (Selic) vem caindo desde agosto de 2011, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) iniciou o processo com a Selic em 12,5% ao ano. Na última reunião, em 18 de janeiro, a taxa sofreu sua quarta queda consecutiva, atingindo 10,5% e, segundo estimativa do mercado, deverá continuar caindo ao longo de 2012. O Boletim Focus - uma pesquisa do BC junto a instituições financeiras -, por exemplo, projeta a Selic em 9,5% no final do ano, enquanto que o próprio Copom admitiu nesta semana grandes chances de a taxa ficar abaixo de 10%.

Levando em conta que uma boa parte das opções de investimentos remunera com base na taxa básica de juros (como o CDB, os fundos DI e os títulos do Tesouro Nacional), a queda da Selic, automaticamente, torna mais atrativas formas de investimentos que não têm ligação com a taxa, como a poupança, por exemplo, que conta ainda com a vantagem de não ter incidência do Imposto de Renda (IR), tampouco taxa de administração.
A poupança tem rendimento anual previsto em lei de 6% ao ano mais a Taxa Referencial (TR), que pode variar, mas tem fica em torno de 0,2% ao mês. Assim, a remuneração da poupança mensal é de aproximadamente 0,6% por mês.

Em uma comparação, a Associação Nacional dos Executivos em Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) mostra que neste cenário atual de Selic em 10,5% ao ano já é possível encontrar situações em que a poupança seja mais rentável que Fundos DI, por exemplo, cuja rentabilidade é fixa e muito próxima à da taxa básica de juros, e, ao contrário, da poupança, tem taxa de administração (que varia de 0,5% a 4% sobre o total investido) além de sofrer incidência do IR.
A taxa de administração é um valor anual cobrado sobre o total investido. Ou seja, com uma taxa de administração de 1% ao ano, um investimento de R$ 100 já é descontado em R$ 1 em um ano (ou proporcionalmente, se o tempo for menor).

Já as alíquotas do IR que incidem sobre o investimento são quatro, variando de acordo com o tempo. Quanto maior o tempo investido, menor o tributo a ser pago. Assim, o contribuinte pagará 22,5% em aplicações de até seis meses. Já para o prazo entre seis meses e um ano, a taxa cai para 20%. Entre um e dois anos, a alíquota recua para 17,5%, e acima de dois anos de aplicação, cai para a menor taxa da tabela, 15%.

Atualmente, considerando um rendimento anual da caderneta de poupança de 7,6%, (0,61% ao mês), Fundos DI com rendimento de 10,5% ano e taxa de administração de 1%, só são mais rentáveis que a poupança para aplicações acima de um ano. Já se a taxa cobrada pelos bancos for superior a 1%, a poupança será mais rentável, independente do prazo de aplicação.

Por exemplo, se o investidor aplica R$ 100 em um fundo DI, com rendimento de 10,5% ao ano e taxa de administração de 1,5%, terá, ao final do período de um ano, e, portanto, pagando alíquota de 17,5% de IR, R$ 107,03, ante R$ 107,6 obtidos com a poupança.

Taxa de administração
Nos principais bancos do País, a taxa de administração varia conforme o montante investido, de forma que quanto maior a aplicação, menor a taxa. No Itaú, por exemplo, entre os fundos referenciados DI, o que tem a menor taxa (1,2% ao ano) exige investimento mínimo de R$ 100 mil, enquanto que para aportes menores, a partir de R$ 1 mil, a taxa sobe para 2,7% ao ano.

Já no Bradesco, a diferença é ainda maior para produtos de investimentos semelhantes. Aplicações mínimas de R$ 100 têm taxa de administração de 4,5% ao ano, enquanto que para recursos acima de R$ 80 mil, recua para 1%. No Santander, investimentos a partir de R$ 100 têm taxa de 5% anual, que recua para 1,5% no caso de aplicações acima de R$ 10 mil.

No atual momento de Selic em queda, em que a poupança ganha maior atratividade e há uma migração de recursos para esta forma mais simples de investimento o vice-presidente da Anefac, Miguel de Oliveira, prevê que os bancos tendam a baixar a taxa de administração, de modo a recuperar a rentabilidade dos fundos. "À medida que os bancos vão perdendo clientes dos fundos, e esse é um dinheiro interessante para ele, a tendência é que comecem a reduzir essa taxa de administração", afirmou.

O que considerar ao investir em um fundo:
- Taxa de administração (com a Selic atual, geralmente, taxa de mais de 1,5% ao ano já não compensa em relação à poupança)
- Prazo de investimento (quanto maior o prazo, menor o imposto de renda a ser descontado)
- Montante a ser aplicado (quanto maior o valor a ser aplicado em um fundo, menor a taxa de administração)
- Tendência de variação da Selic (pode ser que a taxa ainda esteja atrativa, mas se estiver em tendência de queda, como agora, a chance de a poupança ficar mais rentável no futuro, cresce).

Fonte: ANEFAC
http://www.anefac.com.br/Pages/Visualizar.aspx?tema=8&id=5147

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

A importância do seguro de vida em um Planejamento Financeiro.


Em todos os PFPF - Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar que eu realizo (com projeções por até 30 anos e diversos cenários), um dos tópicos mais importante é saber se o cliente vai conseguir atingir/conquistar todos seus objetivos, tanto de curto, médio e longo prazo. Para saber se estes objetivos vão ser alcançados, serão analisados diversos tópicos. E um dos tópicos que eu analiso com muito cuidado é o Seguro de Vida. Analiso, se o cliente precisa de um seguro de vida, se já tem, e caso já tenha se o mesmo está adequado para as reais necessidades. Este é um Tópico tão importante, que se o seguro de vida (caso necessário) for inadequado, pode comprometer todo o Planejamento Financeiro Familiar e por consequência todos os objetivos a serem alcançados. Francis Brode Hesse.


Inclua o seguro de vida em seu planejamento financeiro.

Os brasileiros estão cada vez mais empenhados em assegurar um confortável futuro a seus familiares. Prova disso é que em 2011 a venda de seguro de vida cresceu 25% em relação ao ano anterior.

Tal incremento é mais uma das consequências da mobilidade social no País, na avaliação de José Antonio Menezes Varanda, professor da Escola Nacional de Seguros. "Agora esse investimento também está sendo feito pelas classes C e D", diz ele.

O seguro serve para cobrir a ausência do provedor quando ele morre - o cliente paga à seguradora um valor mensal ou anual, para que, em caso de sua morte, os beneficiários recebam o dinheiro.

Se você tem filhos pequenos ou for a única fonte de renda da casa, é importante incluir o seguro no planejamento financeiro, e a escolha do plano mais adequado ao perfil familiar é tarefa que exige atenção.

O advogado especialista em seguros Antonio Penteado Mendonça lembra que existem apólices muito parecidas: "Se o plano estiver barato, podem estar tentando vender o seguro contra acidentes, semelhante ao seguro de vida, mas com cobertura mais restrita."


Fonte: Revista Isto É, 30.01.2012

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Pagar IPTU e IPVA à vista pode ser boa opção para quem tem dinheiro disponível.


Pagar IPTU e IPVA à vista pode ser boa opção para quem tem dinheiro disponível.

Brasília – O pagamento à vista dos imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para quem tem aplicação financeira é uma boa opção, se o desconto oferecido pelos governos municipais e estaduais for maior que a remuneração paga pelo dinheiro aplicado. A afirmação foi feita pelo vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira.

Oliveira lembra que geralmente os governos oferecem desconto de 3% no IPVA e de 1,6% a 1,8% no IPTU, enquanto fundos de renda fixa pagam, em geral, cerca de 0,8% ao mês e a poupança, 0,65% ao mês. “Vale a pena resgatar a aplicação para pagar o imposto, quando o desconto é maior que os juros da aplicação”, afirmou.

Para os contribuintes que não têm dinheiro aplicado, nem o valor suficiente para pagar os impostos à vista, a opção é recorrer ao parcelamento oferecido pelos governos estaduais e municipais. “Qualquer tipo de imposto tem juros embutidos, tanto que é oferecido desconto para o pagamento à vista. Mas esses juros embutidos são menores do que os do cheque especial ou de outros empréstimos bancários”, destacou. Por isso, não vale a pena pegar empréstimos para pagar os impostos à vista, disse Oliveira.

Aos que não têm dinheiro nem mesmo para o pagamento parcelado, Oliveira recomenda recorrer a linhas de crédito especiais para quitação de impostos ou ao crédito consignado, que costuma ter taxa de juros mais baixa do que outras modalidades de empréstimo. “Essas linhas são uma alternativa, porque têm juros de 3% a 3,5% ao mês e o empréstimo pode ser pago em 12 meses”, disse.

De acordo com Oliveira, o contribuinte não deve deixar de pagar os impostos. “O que não pode é deixar de pagar, porque isso gera multas e restrições”, aconselhou.

Fonte: Anefac

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Atenção Consumidor! A taxa de juros (SELIC) baixou, mas para você quer pretende ou precisa fazer um empréstimo ou financiamento, nada mudou.

Correntistas não sentem a queda de jurosAs reduções consecutivas da Selic, promovidas pelo BC de agosto até este mês, ficaram longe dos correntistas.
Os cortes na taxa básica de juros (Selic) estão longe de beneficiar a clientela. Entre os oito grandes bancos do país, que representam quase 90% dos consumidores, os repasses desses ajustes foram praticamente inexistentes. Em algumas instituições registrou-se inclusive elevação dos custos dos financiamentos exatamente no período em que o Banco Central derrubou a Selic de 12,50% ao ano para 10,50% — entre agosto e este mês. Cheque especial e crédito para aquisição de bens foram os segmentos nos quais as taxas mais subiram, sobretudo entre as instituições privadas. Para especialistas, os números mostram que a Selic está em patamar excessivamente elevado, acima do que poderia ser considerado uma taxa ideal para a economia, e pior: que a política monetária perdeu potência depois da crise de 2008. Os bancos também têm sua fatia de responsabilidade porque não querem abrir mão de suas elevadas margens de lucro.

Uma ala do mercado financeiro defende que, devido à moderação em curso do emprego e com o crédito se expandindo em menor ritmo, dificilmente um corte moderado na Selic levaria o consumo para níveis de maior robustez. “A inadimplência também está elevada e vai manter o crescimento do crédito em ritmo moderado”, explica a economista Zeina Latif. Segundo ela, a política monetária “perdeu tração” porque o canal de crédito, no qual parte das decisões do BC se transmitem, ficou desgastado. “Esse canal não vai estar tão ativo, sobretudo porque nossa taxa de juros está muito elevada. Aquela que seria a taxa de equilíbrio estaria abaixo do nível atual”, pondera. 

Uma simulação da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) ilustra que, na última reunião do Copom, qualquer que fosse o corte, desde que entre 0,25 ponto percentual e 1 ponto percentual, os efeitos seriam mínimos sobre os custos das operações de crédito. “Este fato ocorre uma vez que existe uma diferença muito grande entre a taxa Selic e as taxas de juros cobradas aos consumidores – que na média da pessoa física atingem 114,84% ao ano –, o que provoca uma variação de mais de 900% entre as duas pontas”, observa Miguel Oliveira, vice-presidente da Anefac.

Mesmo se o Banco Central tivesse derrubado a Selic de 11% ao ano para 10% (corte de um ponto percentual) o efeito sobre o crédito seria pequeno. Em um financiamento de R$ 500 parcelado em 12 vezes, o impacto seria uma economia de R$ 0,28 em cada prestação. Na compra de uma geladeira de R$ 1,5 mil no crediário, também dividido em 12 meses, as parcelas seriam reduzidas em R$ 0,77. 

José Luís Rodrigues, diretor da JL Rodrigues, resume a situação do crédito no país. “Está muito apertado. A captação para os bancos menores está mais cara e o custo das operações elevado”, critica. A reportagem fez uma pesquisa nos bancos de dados do Banco Central e observou que no caso do cheque especial, dos oito maiores bancos, quatro elevaram o custo da operação entre agosto e janeiro, exatamente quando a Selic despencou dois pontos percentuais (veja quadro). O Santander, procurado pela reportagem, informou que está analisando a última decisão da reunião do Copom. O Bradesco, em nota, disse que não houve aumento nas taxas. As outras instituições citadas na reportagem foram procuradas, mas não houve retorno até o fechamento desta edição.

Fonte: Estado de Minas -Victor Martins -  http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2012/01/26/internas_economia,274362/correntistas-nao-sentem-a-queda-de-juros.shtml

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Febraban estima que operações de crédito subiram 18,5% em 2011. Isto é bom ou é ruim?

O aumente de operações de credito de uma maneira geral é bom para um país. Mas no caso específico do Brasil, tomadores de créditos e todos os consumidores que forem financiar algum bem ou tomar dinheiro emprestado, devem pensar muito antes de fazê-lo.
Apesar das recentes reduções das taxas de juros pelo Banco Central, elas ainda continuam muito altas, alias as mais altas do mundo.
Portanto se planeje e pense muito bem e antes de realizar algum financiamento ou tomar algum empréstimo.     Francis Brode Hesse.

A Federação Brasileiras de Bancos (Febraban) divulgou hoje um levantamento preliminar que aponta que o saldo de operações de crédito fechou 2011 em R$ 2 trilhões, registrando um novo recorde, representando um crescimento de 18,5%.
Outros destaques, como mostra o levantamento, foram as operações de Recursos Livres, dado que será divulgado nesta semana pelo Banco Central (BC), que obteve aumento de 1,9%, um dos maiores do ano, com destaque para a Pessoa Jurídica que deverá avançar 2,8%.
"Mantido o desempenho do crédito direcionado, que deve ter encerrado 2011 com crescimento de 23%, de 27,5% em 2010, o volume total de crédito na economia deve superar o patamar de R$ 2 trilhões pela primeira vez", pontuou a nota da Febraban.
Este levantamento oficial da Febraban é considerado  uma prévia do relatório de crédito do Banco Central que será divulgado esta semana.
Fonte:  (MR - Agência IN)
http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/tempo-real/febraban-estima-que-operacoes-de-credito-subiram-18-5-em-2011.html



segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Como não deixar seus filhos adultos arruinarem a sua aposentadoria.

Vale a pena ler este artigo da Revista Exame. Ela é muito atual para a economia Americana e Europeia. Embora  o Brasil não viva um momento de crise, é sempre bom lembrar como proceder financeiramente com os filhos. Boa Leitura. Francis Hesse.


O que fazer quando seus filhos crescidos passam por problemas financeiros - e, no limite, voltam a morar com os pais.


São Paulo – Após o estouro da bolha de crédito nos Estados Unidos, os americanos começaram a ver um movimento de volta para casa por parte dos filhos que perderam seus empregos ou boa parte da sua renda na crise subsequente. Aflitos, muitos desses pais se dispuseram a sacrificar as próprias economias para a aposentadoria para ajudar os rebentos com seus problemas financeiros.


Mas não é só em épocas de crise que isso pode ocorrer. Ninguém está livre de perder um emprego, ficar superendividado, ter um problema de saúde, uma crise profissional, um filho não planejado ou um divórcio complicado. Mas será que são os pais que devem pagar essa conta?

É verdade que ninguém quer ver os filhos passando necessidade; mas também é verdade que se endividar para ajudá-los ou mesmo sacrificar a sua poupança para a aposentadoria no futuro tampouco são decisões inteligentes. O risco é onerar seus filhos no futuro, quando a idade avançada aumentar as despesas com saúde e não houver mais uma fonte fixa de renda. Lembre-se de que seus filhos ainda têm tempo de recuperar as finanças e construir uma previdência confortável; quem está perto da aposentadoria, não.
A seguir, duas especialistas em educação financeira dão dicas sobre como ajudar o seu filho a não ficar acomodado e se restabelecer financeiramente sem sacrificar você mesmo as suas finanças.
1. Livre-se da culpa: é a primeira coisa a se fazer, pois é a culpa que leva muitos pais a passarem a mão na cabeça dos filhos. Ninguém quer ver os filhos sofrerem, mesmo quando eles já são adultos, e a tentação de querer resolver todos os seus problemas é grande. Em primeiro lugar, há problemas que simplesmente não é da sua alçada resolver – se você não pode empregar seu filho desempregado, ele mesmo terá que achar uma recolocação. Em segundo lugar, o melhor que pode acontecer com eles é aprender a caminhar com as próprias pernas, se reestruturar e ser independente, e não voltar para baixo da asa dos pais. Bens materiais e dinheiro não compensarão as faltas do passado.
2. Não reacostume seus filhos ao “paparico”: filhos adultos que voltam a morar com os pais podem voltar a se acostumar com a comidinha da mamãe e a roupa lavada. Não permita que isso aconteça, pois eles devem ser tratados como adultos. Faça com que eles dividam as tarefas domésticas e contribuam pelo menos para algumas despesas da casa.
3. Saiba dizer não e ponha as cartas na mesa: desde a educação financeira infantil até esses aprendizados forçados da vida adulta, a imposição de limites é fundamental para que a pessoa internalize que não vai ter tudo que deseja sem lutar. Não é proibido ajudar os filhos financeiramente, desde que o auxílio esteja dentro do seu orçamento e não comprometa o planejamento da sua aposentadoria. Deixe claro quanto você pode gastar e que a situação é provisória. Se preciso for, estabeleça um prazo para a permanência do seu filho na sua casa ou para a ajuda financeira.
4. Defina prioridades: dê ajuda financeira para questões fundamentais, como uma doença ou os primeiros gastos caso seu filho ou filha se depare com uma gravidez indesejada. Evite pagar o que não for urgente – como um curso para uma recolocação no mercado – ou pague apenas uma parte.
5. Prefira emprestar a doar: muitos filhos se sentem constrangidos por terem de voltar a depender de uma ajuda financeira dos pais, e se planejam para ressarci-los no futuro. Se isso não ocorrer por iniciativa do seu filho, estabeleça um planejamento para que ele possa pagá-lo de volta no futuro.
6. Jogue a bola para o seu filho: acolha seu filho, mas deixe claro que ele é o responsável por encontrar uma solução para os seus problemas. Coloque-se à disposição para refletir em conjunto, mas deixe claro que as decisões finais devem ser dele.
7. Dê orientação: ajude seus filhos a levantar prioridades e planejar como sair da situação difícil. Sugira caminhos. No caso de um filho desempregado, por exemplo, ajude-o a listar pontos fortes e fracos, buscar cursos que o requalifiquem e vagar menos óbvias para se recolocar no mercado.
8. Não tente reviver sua juventude: “Os pais devem compreender que o fato de a cria estar de volta a casa não vai torná-los mais jovens”, diz Cássia d'Aquino, especialista em educação financeira para crianças. É tentador reviver os bons e velhos tempos da juventude, com os filhos dependentes. Mas a verdade é que, com o avanço da idade, aumenta a necessidade de cuidar da saúde e, consequentemente, gastar mais com isso.
9. Não “jogue na cara” os erros do passado: Seja sereno. De nada vai ajudar chorar sobre o leite derramado ou provocar brigas porque seu filho foi irresponsável por este ou aquele motivo. Aproveite o momento para recuperar a educação financeira que talvez tenha faltado no passado.
10. Mantenha seu filho calmo: ressalte que o momento é transitório. Isso ao mesmo tempo o tirará da zona de conforto – pois ele precisa voltar a caminhar com as próprias pernas - e o tranquilizará por saber que o mau momento não durará para sempre.
Como prevenir
Realmente emergências financeiras podem acontecer a qualquer pessoa, mas muitas vezes elas são fruto de uma vida inteira de descontrole financeiro – é o caso do superendividamento. Quem tem filhos ainda pequenos ou adolescentes pode evitar isso investindo na educação financeira dos filhos desde cedo. “Educação financeira não é gasto, é investimento. Ela deve privilegiar o limite, para que a criança aprenda que não vai ter tudo que quer na hora em que deseja”, diz Celina Macedo, autora de um livro sobre o tema, voltado para pais e filhos.
A educadora Cássia d’Aquino ensina como incentivar seus filhos a serem responsáveis e tomarem suas próprias decisões desde pequenos.
- Não ofereça ajuda à criança antes que ela peça: se ela está tentando pegar algo embaixo da cama com dificuldade, observe, mas não a ajude sem que ela tenha pedido.
- Trate o aprendizado e as responsabilidades como coisas positivas: a cada aniversário, reveja o que a criança aprendeu no último ano – como fazer a cama, escovar os dentes, amarrar os sapatos – e estabeleça novas metas de aprendizado e responsabilidade para o novo ano que começa. Isso a ajuda a desenvolver autonomia e sentir prazer com isso.
- Pergunte como seu filho pretende resolver o problema: para adolescentes e adultos, o melhor é se mostrar compreensivo e em seguida jogar a bola para ele, sempre que um problema surgir. Isso deixa claro que a responsabilidade por resolver é dele, não sua.
Fonte: Site da Revista Exame


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Juros sobre crédito a pessoa física têm maior queda dos últimos seis anos. Mas mesmo assim é importante controlar os impulsos.


Mas não se engane. Apesar da queda generalizada dos juros, eles continuam muito altos tanto se comparado com outros países, como para os consumidores locais. Não dá para esquecer você comprar um bem qualquer que financiado em 12 vezes, vai lhe custas dois bens iguais ao comprado. Por exemplo, arredondando os números, alguém compra uma televisão por R$ 1.000,00 parcelada em 12 vezes. No final de um ano, terá pago R$ 2.000,00.

A taxa média de juros cobrados em operações de crédito para pessoas físicas atingiu, em dezembro do ano passado, a menor variação desde 1995. O índice ficou em 6,58%, o que representa uma redução de 0,09 ponto percentual sobre a variação de novembro (6,67%). No ano, as pessoas físicas que tomaram empréstimo pagaram juros de 114,84%, taxa que é 2,18 pontos percentuais menor do que a do acumulado de 2011 até novembro (117,2%).
Os dados são de pesquisa feita pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). No comparativo com dezembro de 2010, quando o juro anual ficou em 119,97%, a queda foi de 4,28%,
Entre as seis linhas de crédito para pessoas físicas consideradas pelo indicador, apenas os juros do cartão de crédito foram mantidos estáveis em 10,69% ao mês. Todos os demais itens – cheque especial, empréstimos em bancos, empréstimos em financeiras, comércio e crédito direto ao consumidor (CDC) – tiveram redução em suas taxas.
O juro médio pago pelas empresas apresentou queda ainda mais expressiva, com redução de 3,01% no mês, passando de 3,98%, em novembro, para 3,87% em dezembro. Na taxa anual, houve retração de 3,67% e o indicador caiu de 59,92% para 57,72 %, ao ano, de um mês para o outro. Já no comparativo com dezembro de 2010, quando o índice ficou em 56,45% ao ano, houve elevação de 2,25% na taxa.
Astrês linhas de crédito pesquisadas apresentaram queda e a mais expressiva, de 5,73%, foi constatada nos descontos de duplicatas com os juros passando de 3,14% ao mês para 2,96%. No ano, a variação alcançou 41,51% ante 44,92% do mesmo período do ano anterior.
Pelas previsões da Anefac, os juros deverão continuar caindo, nos próximos meses. O vice-presidente da entidade, Miguel de Oliveira, justificou que, por um lado, o Ministério da Fazenda vem tomando medidas “para evitar uma desaceleração forte em nossa economia” e, por outro, o Banco Central tem sinalizado a possibilidade de ser mantida uma trajetória de queda da taxa básica de juros, a Selic, que passou de 10,75%, em dezembro de 2010, para 11%, em dezembro de 2011, com um aumento de 2,33%.
Amanhã (17), o Comitê de Política Monetária (Copom) faz a primeira reunião do ano de 2012, quando avaliará se altera a Selic, que está em 11%. As expectativas do mercado apontam para uma queda de 0,5 ponto percentual. Caso essa queda se concretize, será a quarta consecutiva.
Fonte: Agência Brasil
          Lana Cristina

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Inadimplência do consumidor sobe 21,5% em 2011. E dai o que eu tenha a ver com isto?


Mesmo que você não conste da lista de inadimplentes (ainda bem) este dado vai influenciar na taxa de juros praticada pelo mercado (lojas, bancos, comercio em geral, etc.), pois com maior inadimplência, a taxa tende a subir e as instituições a ficarem mais seletivas na concessão de crédito.

"A inadimplência dos consumidores brasileiros cresceu 21,5% em 2011, na comparação com 2010, conforme revela o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor. Foi a maior elevação verificada desde 2002, quando houve um crescimento de 24,7% ante 2001.
Na relação anual (dezembro de 2011 sobre dezembro de 2010), por sua vez, a elevação foi de 13,1%, a menor desde setembro de 2010. Já na comparação entre dezembro e novembro último o levantamento apresentou queda de 2,5%.

Para os economistas da Serasa Experian, o aumento da inflação, que reduziu o rendimento do trabalhador, e os juros ainda elevados afetaram a capacidade de pagamento do consumidor diante de um endividamento crescente em 2011. Cabe destacar que o acumulo de dívidas, de médio e longo prazos, vem desde 2010, ano em que as condições de crédito e do orçamento do consumidor foram mais favoráveis do que em 2011.

Em 2011, o valor médio das dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água), foi de R$ 320,63, o que representou uma queda de 17,3% na comparação com 2010.

Quanto às dívidas com bancos, o valor médio verificado ao longo dos doze meses de 2011 foi de R$ 1.302,12, com redução de 0,7% ante o mesmo acumulado de 2010.
Os títulos protestados, por sua vez, registraram em 2011 um valor médio de R$ 1.372,86, ocasionando um crescimento de 16,0% quando comparado com 2010.
Por fim, os cheques sem fundos tiveram, em 2011, um valor médio de R$ 1.359,19, representando um aumento de 8,4% sobre 2010".
(Redação - Agência IN)

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Brasil vira 2º melhor mercado imobiliário. Isto é bom para nós?

Como citado no artigo abaixo, o Brasil consolida seu mercado imobiliário.
Isto que dizer que os preços dos imoveis no Brasil estão se igualando ao mercado Internacional das principais capitais. Ainda tem alguma pequena margem para valorização, mas cada vez menor.
E claro que também sempre ocorrem algumas distorções, mas como um todo o mercado tende a estabilizar no topo.

SP saltou de 26º lugar para a 4ª posição nas prioridades dos investidores estrangeiros


SÃO PAULO - O boom de construções no Brasil passa a ser a principal novidade no mercado imobiliário mundial e o País se transformará em 2012 no segundo lugar mais atraente para investidores estrangeiros, superando a China e toda a Europa. Uma pesquisa publicada ontem pela Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário (Afire, sigla em inglês), apontou ainda São Paulo como a quarta cidade mais atraente para aplicações em imóveis entre as grandes metrópoles internacionais no ano.
A pesquisa mostra que, apesar da crise, o mercado americano ainda é o que oferece as opções de investimentos em imóveis comerciais mais estáveis e seguras do mundo. Segundo a entidade, a crise já começa a dar sinais de estar sendo superada nos Estados Unidos, pelo menos no setor imobiliário. Preços de aluguéis, pela primeira vez desde 2008, começam a subir.
Se a liderança é dos Estados Unidos, a pesquisa mostra que o boom brasileiro no setor da construção fez do País passou a atrair um interesse global. O grande destaque é a cidade de São Paulo. No ranking elaborado no ano passado, a capital paulista era a 26.ª na lista de prioridades de investidores estrangeiros.
Na classificação de ontem, subiu para a quarta posição. O local preferido de investidores em 2012 será Nova York, seguido por Londres e Washington. São Paulo superou a cidade de Frankfurt e todas as capitais de países da zona do euro e das economias dos Brics.
O crescimento da economia, eventos esportivos e as garantias legais são os fatores que transformam o País e a cidade em uma das prioridades de investidores.
"O Brasil passou a ser considerado como um lugar muito mais seguro para investir e um local onde se consegue uma boa apreciação de capital", afirmou o CEO da entidade, James Fetgatter. Para realizar a pesquisa, a associação consultou investidores com um portfólio total de US$ 874 bilhões pelo mundo.
42% dos entrevistados apontaram que planejam investimentos nos Estados Unidos em 2012 como o lugar que oferece as melhores oportunidades. Em 2011, porém, 64% dos entrevistados havia escolhido o mercado americano.
‘Roubo’ de investimentos. Segundo a pesquisa, o Brasil "roubou" investimentos dos Estados Unidos. Hoje, 18,6% dos entrevistados indicam que o País oferece as melhores oportunidades de retorno de investimentos no setor imobiliário. Em 2011, apenas 4,4% dos entrevistados escolheram o Brasil para investir.
Com o resultado, o Brasil superou a China na lista das preferências dos investidores imobiliários. Entre os emergentes, a classificação é seguida pela Turquia, enquanto Vietnã e Índia sofreram quedas.
Na Europa, a crise envolvendo o euro e a possibilidade de recessão em 2012 praticamente tirou o continente da lista dos locais preferidos por investidores. Nem mesmo a Alemanha resistiu e desabou no ranking organizado pela entidade.
Preços altos. A pesquisa destaca que os Estados Unidos ainda são muito almejados e foram o segundo país, depois da Grã-Bretanha, a atrair mais investimentos estrangeiros em 2011, segundo dados preliminares da Real Capital Analytics.
"O ponto baixo é que o país não promete muita valorização de capital, pois os maiores mercados já estão com preços altos", disse Fetgatter.
Fonte:
Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Boas Festas!!!


Crise, oportunidade, depuração, renovação. Estamos em uma época em que as mudanças são cada vez mais frequentes, rápidas e muitas vezes de difícil compreensão.
É tempo de repensar a respeito dos nossos sonhos e objetivos.
“A mudança não é só uma necessidade da vida, é a vida em si”.
Boas Festas!!!

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Boas Festas


Crise, oportunidade, depuração, renovação. Estamos em uma época em que as mudanças são cada vez mais frequentes, rápidas e às vezes de difícil compreensão.
É tempo de repensar a respeito dos nossos sonhos e objetivos.
“A mudança não é só uma necessidade da vida, é a vida em si”.
Boas Festas!!!

             


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Perspectivas para a educação corporativa em 2012.

2011 foi, sem dúvidas, um ano de muito aprendizado. O ano está acabando e há muito o que se comemorar. Houve avanços interessantes na educação nas empresas com o uso de novos recursos, a visão e a percepção de muitas organizações em relação à importância da educação também mudou o que é de extrema relevância.

É hora de pensar as perspectivas para a educação corporativa em 2012. Obviamente, quando falamos em perspectivas, é um bom momento para o texto, mas o planejamento das ações do novo ano já precisa estar pronto nas empresas. Como já reforçado em várias oportunidades, o planejamento é a chave para o sucesso de qualquer programa educacional numa empresa. É nele que se definem recursos, estratégia, ferramentas, metodologia, indicadores e outros itens tão importantes.

O Blog “Educação na Empresa” realizou uma pesquisa nas duas últimas semanas para saber o que as pessoas envolvidas com a educação corporativa acreditam que vai acontecer nessa área em 2012. As opções da enquete foram:

1 – Maior investimento em Treinamento e Desenvolvimento.

2 – Melhor entendimento, por parte das empresas, da educação como ferramenta estratégica.

3 – Maior visibilidade da área.

4 – Redução de investimentos e de ações educacionais em virtude da conjuntura econômica.

5 – O cenário não mudará em relação a 2011.

A boa notícia, seja ela baseada em esperança, crença pessoal ou informação real tirada do planejamento das empresas, é que 54% das respostas apontam para um melhor entendimento, por parte das empresas, da educação como ferramenta estratégica. E a segunda opção com 36% foi de que haverá mais investimento em treinamento e desenvolvimento no próximo ano, o que, de certa forma, contraria algumas previsões de retração na área, devido às previsões da economia mundial.

Opções como redução de investimentos e estagnação da área não tiveram votação expressiva, o que também reforça essa perspectiva positiva para a área de educação corporativa em 2012.

E uma das fortes razões para esse positivismo é que, em 2011, muito se realizou em educação nas empresas com menores custos e resultados mais efetivos.

Por isso, a perspectiva para 2012 é que, independentemente da estratégia adotada, as empresas que ainda não perceberam o valor da educação para seus negócios, comecem a mudar sua visão. É um processo lento, gradativo, mas que precisa ser iniciado o quanto antes.

E para você? Quais as perspectivas da educação na sua empresa para o próximo ano?

Fonte: Blog “Educação na Empresa”
http://educacaonaempresa.blogspot.com/2011/12/perspectivas-para-educacao-corporativa.html


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

“Não sei se viajo ou se fico”

O que você deve saber e fazer para decidir conscientemente se viaja ou não nestes meses de verão.

Muitas vezes tiramos férias e relaxamos (para quem consegue) por 10/20 dias. Depois ficamos estressados durante 10 meses para pagar as despesas da viagem. Será que vale a pena?
O que eu devo fazer para poder curtir minhas férias sem stress, nem antes, durante ou depois de voltar.

Saiba as respostas, dicas e muito mais, dadas por especialistas no assunto.

Assista o programa Show+ na Rede TV+, canal 14 NET e 8 da TVA.

Nesta quinta-feira – 12/12/2011 – 19:30h